
Tudo é efêmero. Nada é para sempre. E talvez por acreditar nisso é que abri mão de algumas certezas e criei raízes fora do chão.
– Mas então onde é a tua casa? — Ela me perguntou.
– Em mim. — Prontamente respondi.
Porto, Novembro de 2021.
05/11/2021

Tudo é efêmero. Nada é para sempre. E talvez por acreditar nisso é que abri mão de algumas certezas e criei raízes fora do chão.
– Mas então onde é a tua casa? — Ela me perguntou.
– Em mim. — Prontamente respondi.
Porto, Novembro de 2021.